Anselmo Damásio a 13 de Dezembro de 2010 às 14:07
Se ser ateu não é ser um monstro (aliás eu concordo). Também acreditar em Deus, não quer dizer que sejamos ditadores sanguinários. A comparação feita com o Hitler é de uma falta de respeito sem precedentes.
TENHAM VERGONHA NA CARA. Hitler não acreditava em Deus, era um doente mental, que por sinal mandou matar milhões de Judeus que são crentes em Deus.

Justiceiro a 13 de Dezembro de 2010 às 14:31
Fico lisonjeado com todo o seu amor Cristão! O senhor é a prova de como um crente reage a factos. Atacou a minha pessoa (sem sequer me conhecer) ao invés de tentar refutar (neste caso) a imagem (ataque ad hominem).

Já agora, tenho o prazer de lhe informar que o senhor está totalmente enganado:

“Como um Cristão amoroso e como um homem, leio a passagem que nos conta como o Senhor finalmente se ergueu em Sua força e apanhou o azorrague para expulsar do Templo a raça de víboras. Como foi esplendida a sua luta em defesa do mundo e contra o veneno judeu. Hoje, depois de 2 mil anos, é com muita emoção que reconheço, mais profundamente do que nunca, o fato de que foi em nome disso que Ele teve que derramar Seu sangue na cruz. Como cristão tenho o dever de não me deixar enganar, tenho o dever de lutar pela verdade e pela justiça. E como homem, tenho o dever de zelar para que a sociedade humana não sofra o mesmo colapso catastrófico que sofreu a civilização do mundo antigo 2 mil anos atrás - uma civilização que foi levada a ruína por esse mesmo povo judeu.”
– Discurso do Adolf em 12 de abril de 1942, em Munique

Não diga nada…. Volte sempre.


Anselmo Damásio a 13 de Dezembro de 2010 às 14:50
Como eu disse, nesse discurso Hitler serviu-se de Deus para enganar os homens, isso não quer dizer que ele fosse crente. O problema de Hitler não tinha a ver com a religião mas sim com o poder economico e politico que els tinham na alemanha, para Hitler os judeus eram adversarios politicos nao religiosos. Isto daria uma discussão interessante.
Quanto ao que se passou à 2 mil anos atrás era outro assunto interessante para se discutir mas com tempo.
Eu respeito os ateus, os agnósticos, os cristãos, os judeus, os muçulmanos, etc. Sou contra qualquer acto de xenofobia e quanto a mim este cartaz é um acto de xenofobia.

Justiceiro a 13 de Dezembro de 2010 às 15:14
Qual foi a parte do discurso que não entendeu?

Fica aqui mais um discurso daquele que o senhor diz "não acreditar em deus":

"O meu sentimento COMO CRISTÃO pôs-me diante do meu Senhor e Salvador como um lutador. Recordo-os de que este homem uma vez na solidão, cercado apenas por alguns seguidores, reconheceu estes judeus por aquilo que eram e dos homens convocados para lutar contra ele, e que era um Deus de verdade! E foi maior, não como um doente, mas como um lutador. No seu amor sem limites, eu como um cristão e como um homem, onde eu leio a passagem através do qual o Senhor nos diz como subiu em Suas apreensões e uso do flagelo para fazer sair do Templo aquele bando de víboras. Como foi terrível a sua luta contra o veneno judeu. Hoje, após dois mil anos, com profunda emoção que reconhecemos mais profundamente do que nunca o fato de aquele homem que teve o seu sangue derramado sobre a Cruz. Como um cristão não tenho o direito de permitir-me a ser enganado, mas eu tenho o dever de ser um lutador da verdade e da justiça. E se há algo que poderia demonstrar que estamos a agir correctamente, é que o sofrimento cresce diariamente. Como um cristão, eu tenho também um dever para com o meu próprio povo. E quando eu olho o meu povo e vê-los trabalhar e trabalhar, e no final da semana eles têm apenas para si mesmos um salário miserável e a miséria como companhia. Quando eu saio de manhã e ver estes homens de pé em suas filas e olhar em seus rostos amargurados, então creio que seria eu não cristão, mas um grande demónio se eu não sentir pena deles, como fez o nosso Senhor dois mil anos atrás, por sua vez contra aqueles por quem hoje estas pessoas pobres são pilhadas e exploradas”



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