css a 13 de Dezembro de 2010 às 11:55
Bom dia,
antes de mais, parabéns pelo destaque.

Importa que me identifique como ateia e que refira que não li o livro que refere.

Mas não posso deixar de notar que liga, num nexo de causalidade absoluto, as descrições do livro com as práticas educativas de testemunhas de jeová. Parece-me muito redutor. Primeiro porque conheci, na minha infância, várias testemunhas de jeová: eram minhas amiguinhas de escola, ia a casa delas e sempre foi uma relação natural entre crianças (sem restrições) e sempre fui muito acarinhada pelos membros da sua família. Talvez a minha experiência seja única, mas elas são assim: cada caso é um caso e as generalizações são sempre muito redutoras.

Aliás, todas as restrições que refere, poderiam ser (facilmente) adaptadas a uma outra religião, ou até à ausência dela: são competência parentais e não cânones religiosos.

Mas esta é a apenas a minha opinião; vale o vale.

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