amulherdotalhante a 1 de Dezembro de 2010 às 23:44
se calhar até fazia bem a muita gente ler o livro e ter algum contacto com o inferno que se vive dentro e fora da organização... o problema é o livro estar escrito em francês e não haver ainda tradução
nem toda a gente é inteligente como tu e domina a língua dos aveques "kisses aos magotes

css a 13 de Dezembro de 2010 às 11:55
Bom dia,
antes de mais, parabéns pelo destaque.

Importa que me identifique como ateia e que refira que não li o livro que refere.

Mas não posso deixar de notar que liga, num nexo de causalidade absoluto, as descrições do livro com as práticas educativas de testemunhas de jeová. Parece-me muito redutor. Primeiro porque conheci, na minha infância, várias testemunhas de jeová: eram minhas amiguinhas de escola, ia a casa delas e sempre foi uma relação natural entre crianças (sem restrições) e sempre fui muito acarinhada pelos membros da sua família. Talvez a minha experiência seja única, mas elas são assim: cada caso é um caso e as generalizações são sempre muito redutoras.

Aliás, todas as restrições que refere, poderiam ser (facilmente) adaptadas a uma outra religião, ou até à ausência dela: são competência parentais e não cânones religiosos.

Mas esta é a apenas a minha opinião; vale o vale.

Justiceiro a 13 de Dezembro de 2010 às 14:16
Boa tarde.
Desde já deixe-me agradecer-lhe por ter visitado o meu blogue.

Tenho por hábito informar-me sobre determinado assunto antes de escrever sobre o mesmo. Queira acreditar que sobre o tema “Testemunhas de Jeová”, não falo, como se costuma dizer, por falar (neste caso escrever!). A educação de uma criança filho de uma Testemunha de Jeová, é muito peculiar. A mesma cresce num mundo totalmente à parte, onde são impostas inúmeras proibições. Ela vive debaixo de uma ditadura, onde apenas uma palavra existe: Jeová. Tudo na vida de uma criança é feito e calculado para agradar a Jeová deus. O medo que Jeová condene os seus comportamentos “mundanos”, faz com que a mesma não viva uma vida normal como toda e qualquer criança. Todo este tipo de educação tem repercussões para o desenvolvimento intelectual da mesma.
Mas sobre esta matéria, poderá ler mais aqui: http://otalho.blogs.sapo.pt/35273.html

Infelizmente, este tipo de tratamento dado a crianças Testemunhas de Jeová, não foi exclusivo da autora do livro. Existem milhares de indivíduos, que agora, adultos, decidiram quebrar o silêncio. Nunca disse e não digo que não existe amor por parte dos pais. Acredito que eles amem os seus filhos e queiram o melhor para eles. Mas tudo muda quando esse melhor é acreditar que um dia viverão para sempre num paraíso na terra e que para isso há que sacrificar o normal desenvolvimento dos seus filhos, proibindo-os do salutar companheirismo de outros amiguinhos. Todo aquele que não faz parte da seita é a evitar, não vá esse desviar a pobre criança para os caminhos do mal! É incentivado sim a aproximação apenas para o proselitismo.

Quando li o seu comentário pensei por momentos que não estávamos a falar das mesmas Testemunhas de Jeová, mas lembrei-me que também há aquelas que o são, e por vergonha (não sei), querem fazer acreditar que são apenas “amigos” ou “conhecem” alguém que é Testemunha de Jeová. Se esse não é o caso, queira desculpar-me, mas deveria tentar saber quem realmente são as Testemunhas de Jeová e verá que tudo não lhe foi contado…


Retrozão a 13 de Dezembro de 2010 às 15:16
Cara/o,

se não fala por falar, melhor. Eu também não. Falo da minha experiência; é reduzida, por ventura, mas é minha.
Quanto a ser ou não testemunha de jeová: não sou. E ponto. Que posso eu mais fazer? Não há atestados que me valham. Mas pode espreitar o meu blog pessoal, que regra geral não partilho e em que poderá ver que, por diversas vezes me acusei como ateia. (identidades2.sapo.pt).

E agora, pode questionar-se: e como sei que é ela, se não aparece no perfil? Veja a coincidência: cozinhadesolteira2 e identidades2; e nos links, referido o 1º blog como uma das minhas identidades. Mais não posso fazer.

Não mudei de ideias. Nunca medi ninguém pela sua orientação religiosa: conheci católicos que são uns cretinos e testemunhas de jeová adoráveis. Evangélicos hipócritas e adventistas do 7º dia que são um exemplo de carácter em qualquer religião. Agora troque (na frase) todas as religiões e os respectivos adjectivos e continua tudo verdade. ;)

Mas diz que não fala por falar e eu só tenho de acreditar. Mas acredite também que, do ponto de vista de uma leitora sua, o seu ponto de vista parece reduzido ao livro e documentário. E foi com base nesse pressuposto que iniciei a discussão.

;)

Justiceiro a 13 de Dezembro de 2010 às 15:41
Não são apenas livros ... também tem existe a componente "experiência pessoal" (infelizmente). Tenho conhecimento de causa...

Se não é Testemunha de Jeová, só tenho a dizer-lhe uma coisa: ainda bem! Acredite que elas não são quem aparentam.

Mais uma vez desculpe por a ter "julgado mal" (ser Testemunha de Jeová não é defeito) , mas por vezes muitos são aqueles que se fazem passar por simpatizantes, mas que não realidade são realmente TJs.

Volte sempre.

css a 13 de Dezembro de 2010 às 16:32
Cara/o,

se não fala por falar, melhor. Eu também não. Falo da minha experiência; é reduzida, por ventura, mas é minha.
Quanto a ser ou não testemunha de jeová: não sou. E ponto. Que posso eu mais fazer? Não há atestados que me valham. Mas pode espreitar o meu blog pessoal, que regra geral não partilho e em que poderá ver que, por diversas vezes me acusei como ateia. (identidades2.sapo.pt).

E agora, pode questionar-se: e como sei que é ela, se não aparece no perfil? Veja a coincidência: cozinhadesolteira2 e identidades2; e nos links, referido o 1º blog como uma das minhas identidades. Mais não posso fazer.

Não mudei de ideias. Nunca medi ninguém pela sua orientação religiosa: conheci católicos que são uns cretinos e testemunhas de jeová adoráveis. Evangélicos hipócritas e adventistas do 7º dia que são um exemplo de carácter em qualquer religião. Agora troque (na frase) todas as religiões e os respectivos adjectivos e continua tudo verdade. ;)

Mas diz que não fala por falar e eu só tenho de acreditar. Mas acredite também que, do ponto de vista de uma leitora sua, o seu ponto de vista parece reduzido ao livro e documentário. E foi com base nesse pressuposto que iniciei a discussão.

;)

css a 13 de Dezembro de 2010 às 16:35
Caro Talho,

preciso de um favor.

Que apague o meu comentário com o nome Retrozão - já o repliquei com CSS; estava com o login de uma colega a ajudá-la a editar uma foto de um evento e acabei por não fazer o logout.

Antecipados agradecimentos


css a 13 de Dezembro de 2010 às 11:59
P.S. - Maluquinhos, há-os em todas as religiões.

Justiceiro a 13 de Dezembro de 2010 às 14:17
É bem verdade!