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publicado por Justiceiro, em 28.10.09 às 14:32link do post | favorito

       Decorriam os anos 80 e como todo o adolescente que se preze (é verdade… sou mesmo velho!), procurava as novidades musicais da época. Tinha uma tara monumental por uma compilação musical que se chamava Max Mix. Comprava tudo o que era cassete. Os discos de vinil esses, não os podia adquirir devido ao elevado custo dos mesmos e porque na altura era um teso dos grandes (não muito diferente dos dias de hoje!)! Dinheiro era uma palavra que eu pronunciava pouco, chegando mesmo a deixar de saber escrevê-la! Os anos passaram e eu ouvia repetidamente as mesmas cassetes, que teimavam em encravar no leitor… Um certo dia e graças ao meu charme irresistível, conheci aquela que fora a minha primeira namorada: a Marie. Foi amor a primeira vista. Era uma linda menina de um metro e sessenta e cinco de altura, olhos azuis, cabelo loiro e com um corpo de fazer inveja a qualquer miúda… a namorada ideal (não havia outra!). Fizemos juras de amor eterno. Sempre tive uma concepção do “eterno” um pouco diferente das mulheres. Ainda não percebi muito bem porquê que o sexo feminino quando fala em eterno, quer dizer “para sempre”, “até que a morte nos separe”… Enfim, coisas de gajas. Assinalamos o nosso “noivado” não com uma vulgar troca de aliança mas sim com intercâmbio de presentes. Como eu era pobre, brindei-a com um bom gelado, daqueles com três bolas e tudo, e ela com todo o seu amor, presenteou-me com um casaco de couro juntamente com o meu já tão ansiado Max Mix. Amava a Marie. Era uma rapariga inteligente, que me compreendia e que sabia falar-me ao coração… Finalmente tinha o meu primeiro vinil. Foram horas infindáveis a ouvir o disco. Sempre que o mesmo tocava, lembrava-me do meu amor, da minha alma gémea. O tempo foi passando e a Marie deixou de me comprar mais discos. Faltava-me o Max Mix, 5,6,7 e por aí fora. A Marie revelou-se uma pessoa fria e egoísta. Deixei de a amar por razões óbvias.


       Hoje em dia os meus discos estão na arrecadação, a espera que os volte a dar a vida que eles tanto merecem. Quanto a Marie, não sei o que é feito dela, mas adorava reencontra-la, até porque ando a namorar aí um CD porreirinho…

 

sinto-me:

Justiceiro a 31 de Outubro de 2009 às 11:06
Como? Partilhar um blogue com gente desconhecida? Situação negativa... Pois é... já sou casado e tudo... E esta gaja não descansou enquanto não se ficasse a saber! Estava com medo que alguém me roubasse (Pela internet, como se isso fosse possível !). Coisa que saí das mentes mesquinhas da gaja... Razão tenho eu quando comento sobre esse bicho esquesito!!
Bem mas eu não quero cá misturas. Eu tenho o meu blogue e ela o dela... MAIS NADA. Já não bastava atura-la em casa e agora também tenho de levar com ela aqui no único cantinho que tenho para ninguém me chatear a broa!!!
Tenho dito (Deus é grande e há de me ajudar. Ele vê o que eu sofro). (isto é deus)

Beijinhos e bom fim de semana

Desbrida a 31 de Outubro de 2009 às 18:17
que risota!! oh que egoísta... ui ui não sei quem atura quem Bem ainda estou a rir com o teu Deus... olha diz a ele para ser generoso comigo este ano!! jits ahhhhh vá lá mete a cunha ao teu Deus por mim!!

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