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publicado por Justiceiro, em 09.06.10 às 12:39link do post | favorito

       Em tempo de crise, todas as dicas são boas.

Aprenda a reciclar papel higiénico... O talho e a cidade, os melhores conselhos ao melhor preço!

 

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publicado por Justiceiro, em 09.06.10 às 00:25link do post | favorito

       Macho que é macho pratica um desporto à séria...

 

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publicado por Justiceiro, em 08.06.10 às 22:47link do post | favorito

       Mais uma grande música do inicio dos "eighties".

 

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publicado por Justiceiro, em 08.06.10 às 18:41link do post | favorito

       Dedico este pequeno vídeo a todos os trolhas viris do nosso Portugal. A todo aquele macho que do alto dos andaimes, gosta de mandar a sua boquita, bem ao "estilo trolha", fica aqui para vocês, este delicioso filme. Desfrutem...

 

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publicado por Justiceiro, em 08.06.10 às 18:16link do post | favorito

       Palavras para quê? Simplesmente sexy (é pena usar barba! Pormenores, me direis vós!)!

 

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publicado por Justiceiro, em 08.06.10 às 18:01link do post | favorito

       Nunca ouvi falar deste filme, mas quando estriar, quero ver! Pela quantidade de estrelas, não deve ter ficado nada baratinho!

 

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publicado por Justiceiro, em 08.06.10 às 02:08link do post | favorito

A crise está bem aí, mas alguns gostam de fazer crer que não!

 

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publicado por Justiceiro, em 08.06.10 às 01:35link do post | favorito

As primeiras vitimas da crise já começaram a aparecer...

 

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publicado por Justiceiro, em 08.06.10 às 00:48link do post | favorito

        Estava-mos nos finais da década de 80, o meu primo Tony, o Paulo Macaco (como o nome indica, um autentico símio!), o Jorge Luís (com o seu cabelo que mais parecia uma mitra!), e eu, partilhava-mos a mesma paixão: a Dulce Pinheiro (que na verdade não se chama Pinheiro. Porquê, não me recordo). A Dulce era a nossa fonte de inspiração, o nosso tema de conversa, a nossa musa... O que fazer para poder aproximar a deusa? Convidá-la para uma saída até a discoteca, estava fora de questão. Discoteca rimava com coisa impura, nojenta, onde o mal estava presente... Como estávamos explicitamente proíbidos de visitar tais locais mundanos, dávamos por vezes na garagem de um de nós, uma festa a que carinhosamente chamava-mos de: convívios... Eu sei, convívio parece coisa de atrasados mentais, mas estávamos expressamente proibidos de chamar "festa" aos nossos ajuntamentos (soava a coisa pagã). Convidava-mos toda a maralha que conhecia-mos para (lá está), convivermos! Confesso que olhando para trás aquilo era, como que a modos, de uma valente azeiteirada. Atenção, desengane-se quem pense que a malta aproveitava essas ocasiões, para estreitar melhor a nossa relação com alguma moçoila... Nada! Erramos proibidos de dançar essa coisa do Demo, que são os slow's! Dançar agarradinhos, era meio caminho andado para a fornicação! Nos nossos "mega convívios", tínhamos sempre alguém "responsável", que olhava por nós (a juventude frágil e ingénua...), e que não nos deixava cair em tentação! Um espécie de provedor do convívio (!), que nos dizia até onde podíamos ir, e o que dançar... Depois veio essa coisa, directamente das entranhas da terra, a música mais ouvida no inferno, uma dança apadrinhada por Satanás: a Lambada! Bem, aí, o simples facto de escutar tão repugnante música, dava quase direito a ser executado logo ali!

 

Resumindo, uma autêntica ditadura e uma palhaçada bem ao nível de um grande circo internacional (para bom entendedor, meia palavra basta...)! Quão ingénuos nós éra-mos (e alguns continuam a se-lo). Quão fácil era manobrar as nossas pequenas mentes, ao sabor de alguns atrasados mentais, que gostavam de sentir algum poder, por conseguir que meia dúzia de "inocentes" os obedecessem.

 

O que recordo de bom dessa década? A música, que me faz lembrar que embora tenha perdido o melhores anos da minha vida, vou sempre a tempo de recuperar alguma coisa... 

 

 

sinto-me:

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publicado por Justiceiro, em 07.06.10 às 01:04link do post | favorito

       Ainda é daqueles/as à moda antiga que se auxiliam do copianço,  anotando as coisas em pequenos papeis e depois tentando falar com o amigo do lado? Isso é para amadores! Aprendam esta técnica...

 

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publicado por Justiceiro, em 07.06.10 às 00:47link do post | favorito

Quem disse que o iPad não servia para nada!?

 

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publicado por Justiceiro, em 05.06.10 às 11:48link do post | favorito

       Como é possivel, até o Homer Simpson evoluiu!

 

 

 

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publicado por Justiceiro, em 04.06.10 às 19:30link do post | favorito

       Gostaria de prestar homenagem a um grande Senhor, do seu nome Raymond Victor Franz. Infelizmente este Homem faleceu no passado dia 2 de Junho. Não conheci pessoalmente Raymond, mas pelo que li dele, foi um Grande Senhor e um Ser Humano excepcional. Dedicou toda uma vida a uma organização que acabou mais tarde por o abandonar deixando-o sem nenhum meio de subsistência e esquecendo-se do seu passado em prol daquilo em que acreditava. Mesmo sabendo que o seu futuro não seria nada risonho, Raymond Franz decidiu abdicar de todas as mordomias ofertadas à elite dessa organização. Raymond Victor Franz foi membro do Corpo governante das Testemunhas de Jeová (grupo de homens com autoridade mundial sobre as Testemunhas de Jeová e que ditam as leis das mesmas), e viveu os primeiros sessenta anos da sua vida, servindo em todos os níveis da estrutura organizacional. Nove desses sessenta anos foram passados no conselho executivo central (Corpo Governante). Aqueles anos levaram-no a uma crise de consciência, que viria a ser mais tarde o tema do seu primeiro livro (Crise de Consciência) e que ajudou milhares de ex-Testemunhas de Jeová em todo mundo, a conhecer melhor o funcionamento secreto do Corpo Governante, assim como a elaboração das doutrinas do grupo e criação das normas da seita. Um livro a não perder, e que todos os membros das Testemunhas de Jeová deveriam ler, para perceberem os podres dessa organização. Raymond Franz auxiliou milhares de pessoas a ter uma visão diferente do seu pequeno mundo, e com certeza que irá ajudar outros tantos…

Obrigado Ray…

 


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