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publicado por Justiceiro, em 27.08.10 às 19:49link do post | | | favorito

Curto de mais esta música… Gosto do lado provocador da mesma. Só ainda não entendo como me deixavam ouvi-la…

 

Sempre fui um pecador nato!

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publicado por Justiceiro, em 21.08.10 às 17:01link do post | | | favorito

Mais uma música dos 80, que na altura apelidava-mos de "música discoteca"...

 

Muito porreirinho!

 

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publicado por Justiceiro, em 14.06.10 às 23:01link do post | | | favorito

Agora é considerado azeiteirola, mas na altura era música de topo!

 

 

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publicado por Justiceiro, em 09.06.10 às 21:13link do post | | | favorito

       Já não ouvia isto há algum tempo...

 

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publicado por Justiceiro, em 08.06.10 às 22:47link do post | | | favorito

       Mais uma grande música do inicio dos "eighties".

 

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publicado por Justiceiro, em 08.06.10 às 00:48link do post | | | favorito

        Estava-mos nos finais da década de 80, o meu primo Tony, o Paulo Macaco (como o nome indica, um autentico símio!), o Jorge Luís (com o seu cabelo que mais parecia uma mitra!), e eu, partilhava-mos a mesma paixão: a Dulce Pinheiro (que na verdade não se chama Pinheiro. Porquê, não me recordo). A Dulce era a nossa fonte de inspiração, o nosso tema de conversa, a nossa musa... O que fazer para poder aproximar a deusa? Convidá-la para uma saída até a discoteca, estava fora de questão. Discoteca rimava com coisa impura, nojenta, onde o mal estava presente... Como estávamos explicitamente proíbidos de visitar tais locais mundanos, dávamos por vezes na garagem de um de nós, uma festa a que carinhosamente chamava-mos de: convívios... Eu sei, convívio parece coisa de atrasados mentais, mas estávamos expressamente proibidos de chamar "festa" aos nossos ajuntamentos (soava a coisa pagã). Convidava-mos toda a maralha que conhecia-mos para (lá está), convivermos! Confesso que olhando para trás aquilo era, como que a modos, de uma valente azeiteirada. Atenção, desengane-se quem pense que a malta aproveitava essas ocasiões, para estreitar melhor a nossa relação com alguma moçoila... Nada! Erramos proibidos de dançar essa coisa do Demo, que são os slow's! Dançar agarradinhos, era meio caminho andado para a fornicação! Nos nossos "mega convívios", tínhamos sempre alguém "responsável", que olhava por nós (a juventude frágil e ingénua...), e que não nos deixava cair em tentação! Um espécie de provedor do convívio (!), que nos dizia até onde podíamos ir, e o que dançar... Depois veio essa coisa, directamente das entranhas da terra, a música mais ouvida no inferno, uma dança apadrinhada por Satanás: a Lambada! Bem, aí, o simples facto de escutar tão repugnante música, dava quase direito a ser executado logo ali!

 

Resumindo, uma autêntica ditadura e uma palhaçada bem ao nível de um grande circo internacional (para bom entendedor, meia palavra basta...)! Quão ingénuos nós éra-mos (e alguns continuam a se-lo). Quão fácil era manobrar as nossas pequenas mentes, ao sabor de alguns atrasados mentais, que gostavam de sentir algum poder, por conseguir que meia dúzia de "inocentes" os obedecessem.

 

O que recordo de bom dessa década? A música, que me faz lembrar que embora tenha perdido o melhores anos da minha vida, vou sempre a tempo de recuperar alguma coisa... 

 

 

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publicado por Justiceiro, em 09.05.10 às 22:48link do post | | | favorito

       Estavamos em meados da década de 80, e "rolava" no meu leitor de cassetes esta música da qual quase já não me lembrava da sua existencia... Um pouco por mero acaso encontrei, este que foi um dos grandes hit's da época. É favor colocar o volume no máximo!

 

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publicado por Justiceiro, em 16.04.10 às 09:45link do post | | | favorito

       É com alguma nostalgia que recordo aqueles loucos anos 80. Um dos símbolos dessa década, foi os primeiros computadores pessoais. Quem não se lembra do ZX Spectrum 48k? Um espectáculo! E aquele ritual de carregar os jogos que gravava-mos em cassetes? E quando depois de cinco minutos (ou mais) à espera que o jogo entrasse e no fim tudo ia abaixo? Enfim, bons tempos… Agora, não me lembro nada deste jogo! Vejam o vídeo de preferência com som. A parte final é típica dos jogos dessa época. Se porventura alguém tiver este jogo e queira trocar por outro, fazemos já negocio!

 

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publicado por Justiceiro, em 15.11.09 às 23:05link do post | | | favorito

       Anos 80! A expressão tem sido utilizada para estabelecer a ligação a um dos mais marcantes períodos da (já) história recente. O período que mediou entre 1980 e 1989, e que habitualmente é designado desta forma, foi uma verdadeira montanha russa de emoções.
De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque: as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos. Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas "à prova de crianças", ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas. Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes. Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar à frente era um bónus. Bebíamos água da mangueira do jardim e não das garrafas ditas “esterilizadas” e sabia bem. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso. Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que nos esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos no meio das silvas aprendíamos… Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. E os nossos animais de estimação? Nada de rações. Comiam a mesma comida que nós (muitas vezes os restos), e sem nenhum problema. Banho quente? Champô? Nada disso! No quintal, um segurava o cão e o outro com a mangueira (água fria) ia esfregando com sabão (em barra) de lavar roupa! Algum cão morreu (ou adoeceu) por causa disso? Não! Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso. Não tínhamos PlayStation, X Box. Nada de 100 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet: tínhamos amigos, se os quiséssemos encontrar, íamos à rua. Jogávamos ao elástico e à barra. A bola, essa, até doía! Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal. Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos às portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados. Íamos a pé para casa dos amigos e para a escola, não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem. Criávamos jogos com paus e bolas. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei! Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas. Tínhamos liberdade, fracassos, sucessos e responsabilidades e aprendia-mos a lidar com tudo. Na escola havia bons e maus alunos. Uns passavam e outros reprovavam. Ninguém ia por isso a um psicólogo ou psicoterapeuta. Não havia a “moda“ dos “superdotados“ nem se falava em dislexia, problemas de concentração, hiperactividade. Quem não passava, simplesmente repetia de ano e tentava de novo no ano seguinte. A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986. Chamam-se jovens! Nunca ouviram "We are the World" e Uptown Girl conhecem de Westlife e não de Billy Joel. Nunca ouviram falar de Rick Astley, Bananarama ou Belinda Carlisle. Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname. A Sida sempre existiu. Os CD's sempre existiram. O Michael Jackson sempre foi (era!) branco. Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia um deus da dança. Acreditam que Missão Ímpossível e Anjos de Charlie são filmes “do ano passado”. Não conseguem imaginar a vida sem computadores. Não acreditam que houve televisão a preto e branco.

Será que nós, os dessa geração, estamos a ficar velhos??? Façam este pequeno teste:

1. Entende o que está escrito acima e sorri?
2. Precisa de dormir mais depois de uma noitada?
3. Os seus amigos estão casados ou a casar?
4. Surpreende-se ao ver crianças tão à vontade com computadores?
5. Abana a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis?
6. Lembra-se da Gabriela (a primeira vez)?
7. Encontra amigos e fala dos bons velhos tempos?

Se a resposta for positiva, é porque está a ficar realmente velho!

Viva os anos 80!!!

 

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publicado por Justiceiro, em 28.10.09 às 14:32link do post | | | favorito

       Decorriam os anos 80 e como todo o adolescente que se preze (é verdade… sou mesmo velho!), procurava as novidades musicais da época. Tinha uma tara monumental por uma compilação musical que se chamava Max Mix. Comprava tudo o que era cassete. Os discos de vinil esses, não os podia adquirir devido ao elevado custo dos mesmos e porque na altura era um teso dos grandes (não muito diferente dos dias de hoje!)! Dinheiro era uma palavra que eu pronunciava pouco, chegando mesmo a deixar de saber escrevê-la! Os anos passaram e eu ouvia repetidamente as mesmas cassetes, que teimavam em encravar no leitor… Um certo dia e graças ao meu charme irresistível, conheci aquela que fora a minha primeira namorada: a Marie. Foi amor a primeira vista. Era uma linda menina de um metro e sessenta e cinco de altura, olhos azuis, cabelo loiro e com um corpo de fazer inveja a qualquer miúda… a namorada ideal (não havia outra!). Fizemos juras de amor eterno. Sempre tive uma concepção do “eterno” um pouco diferente das mulheres. Ainda não percebi muito bem porquê que o sexo feminino quando fala em eterno, quer dizer “para sempre”, “até que a morte nos separe”… Enfim, coisas de gajas. Assinalamos o nosso “noivado” não com uma vulgar troca de aliança mas sim com intercâmbio de presentes. Como eu era pobre, brindei-a com um bom gelado, daqueles com três bolas e tudo, e ela com todo o seu amor, presenteou-me com um casaco de couro juntamente com o meu já tão ansiado Max Mix. Amava a Marie. Era uma rapariga inteligente, que me compreendia e que sabia falar-me ao coração… Finalmente tinha o meu primeiro vinil. Foram horas infindáveis a ouvir o disco. Sempre que o mesmo tocava, lembrava-me do meu amor, da minha alma gémea. O tempo foi passando e a Marie deixou de me comprar mais discos. Faltava-me o Max Mix, 5,6,7 e por aí fora. A Marie revelou-se uma pessoa fria e egoísta. Deixei de a amar por razões óbvias.


       Hoje em dia os meus discos estão na arrecadação, a espera que os volte a dar a vida que eles tanto merecem. Quanto a Marie, não sei o que é feito dela, mas adorava reencontra-la, até porque ando a namorar aí um CD porreirinho…

 

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