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publicado por Justiceiro, em 21.01.11 às 22:42link do post | | | favorito

 

 

Mesmo submersa em denúncias de pedofilia que ocorrem em vários países contra sacerdotes, a Igreja Católica sente-se moralmente autorizada a criticar Silvio Berlusconi por seus supostos crimes sexuais. Aos 74 anos, o milionário e primeiro-ministro italiano está sendo acusado de ter sexo com menores de idade em troca de dinheiro (resumindo, um pedófilo com requinte!).

 

Embora centenas de sacerdotes sejam acusados de crimes mais grave, como violação de crianças e adolescentes, Tarcisio Bertone, Cardeal italiano e secretário de Estado do Vaticano, advertiu indirectamente Berlusconi.

 

"A igreja pede e chama a todos, especialmente os que detêm uma posição de responsabilidade pública, a se comprometerem com uma moral mais robusta, um senso de justiça e legalidade", disse o Cardeal.

 

O Vaticano também é suspeito de não ter “moral robusta”, porque há acusações de que encobriu sistematicamente sacerdotes pedófilos. A acusação mais recente dá conta que o Vaticano enviou aos bispos irlandeses em 1997 cartas expressando “fortes reservas” em relação à decisão deles de tornar obrigatória a denúncia à polícia de padres suspeitos de pedofilia...

 

O Vaticano nega que se referiu aos crimes de pedofilia e Berlusconi nega ter comprado sexo a uma adolescente.


Tudo isto faz-me lembrar uma denominação religiosa que também ela proclama alto e bom som uma elevada moral, condenando a pedofilia e rejeitando a mesma. Isto é em teoria…

 

Entre as Testemunhas de Jeová quando casos de pedofilia ocorrem, os responsáveis pelo “rebanho” são orientados as esconder tais práticas das autoridades, deixando o assunto “nas mãos de Jeová”, tudo para não manchar o bom nome “do povo escolhido de deus”… Decididamente, as religiões são todas iguais: olha para o que eu digo, mas não olhes para o que eu faço.

 

É tutti bonna gente.



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publicado por Justiceiro, em 03.01.11 às 20:48link do post | | | favorito


 

Um movimento cristão norte-americano anunciou o 'fim do mundo' para 21 de Maio próximo, um ano e meio mais cedo do que a data 'prevista' pelo calendário maia: 21 de Dezembro de 2012

 

Centenas de norte-americanos ligados ao movimento cristão Family Radio Worldwide iniciaram nos últimos dias uma campanha internacional para anunciar que o «fim do mundo» chega a 21 de Maio de 2011.

 

De acordo com a Associated Press, o grupo baseia-se na interpretação que o líder, Harold Camping, antigo engenheiro civil de 89 anos, faz de várias passagens da Bíblia e de acontecimentos da história recente. A fundação do Estado de Israel, em 1948, é um dos factos apontados por Camping para afirmar que o dia do juízo final está próximo.

 

«Sem margem de dúvida, 21 de Maio é a data», garante Camping, que prevê para esse dia a subida aos céus das boas almas: «As restantes pessoas vão permanecer na Terra e vão passar por um período de tormento, até ao fim dos tempos».

 

Nos Estados Unidos, vários cartazes a anunciar a data apareceram recentemente em cidades como Bridgeport, no Connecticut, e Little Rock, no Arcansas. O movimento, que tem percorrido o país em caravanas automóveis e propagado a teoria pela rádio e pela internet, afirma que vai estender a campanha a África e à América Latina.

 

A maioria dos cultos cristãos, incluíndo a Igreja Católica, defende que «só Deus conhece o dia e a hora» do juízo final, condenando qualquer previsão sobre o fim dos tempos. No entanto, a ideia de uma data concreta para o fim do mundo é universalmente popular. Em anos recentes, e sobretudo através da internet, o dia 21 de Dezembro de 2012 foi apontado como possível data, devido ao suposto término do calendário maia, que no entanto é desmentido por académicos da área.

Fonte Jornal Sol

 

Fiquei deveras triste e até mesmo intimidado com esta noticia! E eu que realmente pensava (!) que ainda me restavam quase dois anos de vida... Por este andar, com tantas datas anunciadas, em quem devo confiar?

 

Pessoalmente nunca ouvi falar desta seita, mas existe uma muita conhecida do grande publico que já anunciou o "fim do mundo" por diversas vezes.  Datas como 1914, 1915, 1918, 1925, 1941, 1975 e 2000, foram profetizadas pelas Testemunhas de Jeová como sendo a vinda do Armagedão. Ao que parece, falharam todas!


Já vários outros “fins do mundo” foram anunciados (ver aqui) e enquanto existir seitas que se aproveitam do medo dos seus fiéis, muitos outros serão vaticinados. Enquanto isso continuo a afirmar: se deus existisse, não teríamos medo desse tal Armagedão, pois não faria sentido uma entidade “tão amorosa” destruir a sua criação...


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publicado por Justiceiro, em 28.12.10 às 20:48link do post | | | favorito

“Afirmo que ambos somos ateus. Apenas acredito num deus a menos que você. Quando você entender porque rejeita todos os outros deuses possíveis, entenderá por que rejeito o seu.”

Stephen Henry Roberts

 

Todos os que visitam este blogue são ateus, inclusive os que se dizem cristãos. Veja aqui os deuses em que você não acredita.

 

Porque haveria eu de acreditar no deus dos outros, quando o seu comportamento é idêntico ao meu? Agora sabem como é que me sinto em relação a sua divindade…

 

Todos somos iguais...


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publicado por Justiceiro, em 14.12.10 às 18:24link do post | | | favorito

Liberte a sua mente, pense por si, não deixe que alguém diga o que deve ou não fazer...

 

sinto-me:

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publicado por Justiceiro, em 12.12.10 às 19:47link do post | | | favorito

Sempre fui ensinado a acreditar em algo superior a nós, numa divindade suprema que zela pelo bem de toda a humanidade.

Todo e qualquer Ser humano deveria ter algum tipo de crença, no mínimo admitir a existência de um qualquer deus, fosse ele de que confissão fosse... Depois (infelizmente muito depois), verifiquei que acreditar num Ser Todo-poderoso, além de não fazer sentido, não fazia de mim melhor pessoa...

 

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publicado por Justiceiro, em 25.11.10 às 00:05link do post | | | favorito

O mês passado adquiri o livro “Dans l’enfer des Témoins de Jéhovah” de Dany Bouchard. Não sou propriamente um grande devorador de livros, mas desde as primeiras páginas deste, que não consegui parar de o ler. Não é menos verdade que o mesmo trouxe-me alguns momentos de tristeza e dei por mim (várias vezes) a limpar as lágrimas que corriam rosto abaixo (é verdade, homem que é homem também chora!). O que mais me impressionou, foi como a escritora deixou o seio da seita Testemunhas de Jeová. Por vezes um pequeno clic basta para mudarmos toda uma vida…


1953, as Testemunhas de Jeová tocam à porta da residência da pequena Dany. Com quatro anos de idade, ela prepara-se para conhecer quarenta anos de reclusão. Proibido de brincar como as outras crianças, proibido de celebrar aniversários, proibido escutar músicas "pagãs"… resumindo, proibido levar uma vida normal como uma qualquer adolescente. O mais pequeno desvio aos regulamentos, trás consigo um sem número de sanções severas. O seu pai tem responsabilidades dentro da comunidade Jeovista e quer dar o exemplo. Violentas punições e tentativas de quarentena são a resposta a Dany por ela ousar viver uma vida mais livre. Casada, levará muitos anos para conseguir deixar as Testemunhas de Jeová. O assédio moral que sofreu enquanto criança, foi o mesmo que impôs aos seus próprios filhos. As barras da prisão que a seita construído gradualmente na sua mente são as mais difíceis de superar. Após uma longa luta bem sucedida, finalmente Dany consegue deixar a jaula que a enclausurava e, passo a passo, recuperou o que considerava perdido para sempre: a liberdade e a alegria de viver.


Um livro muito emotivo, que retrata bem qual o tipo de educação dada as crianças Testemunhas de Jeová e quais as suas reais consequências.


Para quem teima em dizer que movimento religioso das Testemunhas de Jeová é inofensivo, recomendo vivamente a leitura deste livro.


 

 


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publicado por Justiceiro, em 23.11.10 às 00:28link do post | | | favorito

Reflectindo um pouco, será difícil acreditar na existência destes dois… Mas há sempre quem goste de ter uns amiguinhos imaginários!

 


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publicado por Justiceiro, em 25.10.10 às 18:46link do post | | | favorito

       Há cerca de 2 meses atrás, traduzi um documentário francês sobre o mundo oculto das Testemunhas de Jeová (aqui). Poucos saberão como realmente funciona essa denominação religiosa, e o que se esconde por trás desse “mundo perfeito” que elas tanto querem fazer crer.

 

Neste grande mundo virtual que e a internet, logo ouve quem se disponibiliza-se para colocar as legendas nos respectivos vídeos. Com a ajuda do “Ellipsis” e do “Estudante da Bíblia”, foi possível juntar esforços e editar os vídeos com legendas em português.

 

Acredito que este documentário irá ajudar muitos (mesmo sendo Testemunhas de Jeová) a conhecer um universo meio secreto, onde muito poucos saberão como realmente funciona a “máquina Jeovista”…

 

 

 

 
 
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publicado por Justiceiro, em 07.10.10 às 03:26link do post | | | favorito

E são eles "divinamente inspirados" (é só imaginar se não fossem!) ...

 


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publicado por Justiceiro, em 06.10.10 às 13:30link do post | | | favorito

       O pastor ugandês Martin Sempa reuniu um grupo de pessoas para o que seria uma palestra contra a prática homossexual no Uganda e todo o território Africano. Em tom fervoroso e fazendo gestos de uma grande riqueza de detalhes (!), foi explicando para a plateia constrangida, tudo o que pode haver de mais bizarro numa relação homossexual.

 

O ponto forte da palestra chega no momento em que ele mostra pelo seu computador portátil, cenas de filmes porno gay e usa o suporte das imagens para direccionar críticas a Barack Obama, actual presidente dos EUA e defensor dos direitos homossexuais.

 

 Só mesmo um pastor para associar tais práticas apenas a homossexualidade…  Era capaz de jurar que o mesmo sentia um certo prazer na narrativa da sua investigação.

 

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publicado por Justiceiro, em 06.10.10 às 00:23link do post | | | favorito

       Quem sou eu para desmentir um Santo... Só há uma coisa que não entendo: os santos também têem erecções e mesmo assim, ainda continuam santos? Mais um dos muito enigmas da religião!

 

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publicado por Justiceiro, em 27.09.10 às 11:31link do post | | | favorito

 

       Há algum tempo atrás, recebi um mail de uma pessoa religiosa, dando-me conta do que me iria acontecer por não acreditar em deus e por supostamente, não seguir as suas leis divinas. O mesmo além de me criticar, continha histórias de pessoas que por não quererem abraçar os mandamentos do “criador”, subiram as mais diversas atrocidades, culminando nas suas próprias mortes. Como não gosto que insultem a minha inteligência e odeio o fanatismo religioso, decidi responder a tão “bonito” e-mail. Hoje ao dar uma vista de olhos aos e-mails enviados, deparei-me com a resposta que lhe mandei, e lembrei-me que poderia dar um post. Deixo então aqui a minha réplica ao religioso fanático, que, com todo o seu amor, tentou convencer-me que algo mau iria acontecer comigo se não me convertesse rapidamente.

 

 

O culpado? Deus

 

       Se existe uma coisa que é pública e notória – com nenhuma possibilidade de contestação – é a capacidade de descaramento de um religioso na hora de lutar para impor suas opiniões. A “cruzada” contra o livre pensamento, fazem com que eles mintam horrivelmente a fim de fundamentar alegações tão sólidas quanto castelos de nuvens.

 

As mentiras são muitas! Histórias fantasiosas que circulam por aí com a popularização da internet, escritas por pessoas totalmente burras, estúpidas, imbecis, incultas e fanáticas. Não, não fui exagerado nas qualificações…

 

Parece que quem blasfema contra o deus judaico-cristão, sofre posteriormente a “ira divina” com mortes violentas e horríveis. Histórias que têm circulado pela internet através de correntes de e-mail, fóruns, power point’s, etc. Uma das tácticas usada por pessoas crentes em deus para infundir o medo nas pessoas que o recebem, para que estas não blasfemem contra o deus deles, sob pena de sofrerem mortes horríveis e prematuras.

 

Aliás, poderíamos argumentar que deus é esse que precisa recorrer a expedientes satânicos e malévolos para punir as pessoas que, supostamente, possuem o “livre arbítrio” tão alardeado pelos religiosos? Se tivessem realmente esse “livre arbítrio”, as opiniões dessas pessoas seriam RESPEITADAS e não seriam punidas por isso.

 

Mas se sofrem punições pela liberdade de opinião e de expressão, então em que exactamente esse deus difere dos ditadores de regimes autoritários, repressivos, fascistas, nazis? Esses tipos de regimes punem pessoas, com penas de morte e reclusão, só por causa da ousadia em criticá-los, e de se expressarem, em apontar os defeitos, em não aceitarem o estado de coisas.

 

Não sou contra a religião assim como não sou contra a literatura, o comer, o beber, passear, cinema, etc. Todos eles podem ser fonte legítima de prazer para quem tira gozo deles. E não dá para negar que muita gente encontra conforto junto da religião. Alguns experimentam até mesmo o êxtase. Há ainda quem dela se valha para formar e cimentar um círculo de relacionamentos sociais, mais ou menos como um clube. Para nenhuma dessas funções, entretanto, é necessário que ela seja verdadeira. Aliás, afirmar que determinada religião é falsa é uma afirmação com a qual a esmagadora maioria da humanidade tende a concordar, desde que o juízo não se refira a seu próprio credo.

 

Não estou, evidentemente, atribuindo à religião toda a violência de que o homem é capaz. Ao contrário, estou convicto de que, se não fosse a fé, encontraríamos outros pretextos para nos massacrar. É inegável, entretanto, que a religião serviu e está servindo de motor à barbárie. Alguns religiosos argumentam que deus abandonou os humanos por estes o terem desprezado… Desta forma, o Ser humano está entregue a si próprio e as consequências são bem visíveis. Guerras, ataques terroristas, catástrofes naturais, assassinatos nas mais variadas vertentes, e um sem número de calamidades. Deus no seu grande amor, sabedoria e benevolência, decidiu abandonar a sua criação, os seus filhos, isto é, o Ser humano, tudo porque alguns decidiram não o adorar, não prestar mais vassalagem, não rezar a alguém que nunca se mostrou fosse da maneira que fosse.

 

O todo-poderoso decidiu que não somos dignos de viver as nossas vidas tranquilamente porque alguns de nós decidiram não ler a bíblia e consequentemente viver essa vida conforme ele a determinou. Mas no meio das centenas de milhares de Seres humanos que decidiram não acreditar na sua existência, entre outras bilhões que não professam as mesmas crenças, acreditando noutro deus (ou deuses), existe mesmo assim muitos que ainda seguem os mandamentos bíblicos. Mas mesmo a esses, deus decidiu punir com as mais diversas fatalidades. Porque não castiga ele apenas aqueles que não o adoram e ampara os crentes?

 

Como humano imperfeito, pai de dois filhos, não consigo atingir tão estranha concepção do amor. É para mim particularmente difícil entender esse amor bizarro, que deveria ser desnudado de qualquer interesse. Esse deus (ou deuses) que todas as religiões, cristãs, entre outras, professam ser o único verdadeiro, mostrou ser um Ser vaidoso e ciumento, exigindo única e exclusiva adoração, sobe pena de sermos castigados. Mais uma vez, não é de mais referir que como Ser imperfeito, com uma inteligência digna de um qualquer mortal, faria e faço melhor uso da palavra amor. Exijo respeito aos meus filhos, tento educa-los naquilo que eu acho ser “os bons caminhos”, não precisando para isso auxiliar-me num qualquer livro, dito “inspirado”. A moral, os bons costumes, o amor ao próximo, etc, não é exclusividade de uma qualquer religião, da Bíblia, do Corão ou de outro livro. Não preciso que os meus dois filhos me venerem, para eu poder ama-los. Não necessito que eles sigam os meus passos para continuar a ser o pai deles e assim tentar sempre proporcionar-lhes o melhor. Se por qualquer motivo, algum dos dois, ou até mesmo os dois, não quiserem seguir os meus conselhos (não confundir com leis, de cumprimento obrigatório), não os amaldiçoarei, nem os castigarei por isso. Serei sim, sempre o seu pai, que os ama e continuará a amar. Como mero humano, e (mais uma vez) imperfeito, consigo fazer melhor que deus na sua grande sabedoria, magnitude e benevolência… A palavra amor, não me é desconhecida e faço uso dela diariamente ao contrário do deus dos religiosos e de alguns fanaticos que se julgam donos de uma suposta verdade (...).

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publicado por Justiceiro, em 26.09.10 às 17:29link do post | | | favorito

       Acabou-se os milagres "à moda antiga"... Qual abertura do Mar Vermelho? Quais 10 pragas do Egipto? Agua transformada em vinho (o meu preferido!)? Ressurreição dos mortos? Tudo isto (e muito mais)  não passa de milagresitos fraquinhos do passado. Deus agora (agora?) é megalómano, e faz as coisas em grande. Em vez de se preocupar com os pequenos problemas da humanidade, tais como fome, doenças, guerras etc., o “todo-poderoso” decidiu virar-se para esta senhora e atender as suas preces. É mais que obvio que a mesma, além de estúpida, tem o intestino grosso ligado ao cérebro… Mas o que realmente importa aqui é que deus, finalmente decidiu interessar-se por este grande problema que é a prisão de ventre! Até quando deixará esse deus (e seus seguidores) de me surpreender? Decididamente, religião é igual a diarreia mental…

 

 

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publicado por Justiceiro, em 26.09.10 às 13:48link do post | | | favorito

       Este é o único milagre em que acredito! ZézéCamarinha, é a prova que milagres ainda acontecem (diz ele!)!

 

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publicado por Justiceiro, em 17.09.10 às 13:54link do post | | | favorito

Blasfémia é o que é! Eva nunca foi dessas...

 

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publicado por Justiceiro, em 14.09.10 às 01:27link do post | | | favorito

A única verdade (ou não!)...

 

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publicado por Justiceiro, em 03.09.10 às 23:05link do post | | | favorito

       A educação duma criança deve ter como objectivo a preparação total da mesma para uma vida individual na sociedade. No entanto, entre as Testemunhas de Jeová, o que conta é o interesse de Jeová.

 

Todas as áreas da vida de uma criança são regidas pela obediência absoluta. O emocional, a família, a educação, a vida intelectual, a orientação profissional, o lazer, o namoro, nada é deixado ao critério da criança (e dos pais). A sua educação não teve como objectivo a formação de um espírito crítico, o desenvolvimento da sua personalidade, sua integração na sociedade, mas é guiada por aquilo que é "coisa desejável" sem nunca esquecer "glorificar a casa do Senhor". A criança deve ser um modelo de perfeição. Seguir à risca as instruções e dedicar-se ao proselitismo (a única maneira de alcançar a vida eterna). Nas Testemunhas de Jeová, a criança é uma ferramenta ao serviço da doutrina Jeovista. O que pode comprometer seu desenvolvimento mental, emocional e social. A fidelidade a Jeová prevalece sobre tudo. As crianças Testemunhas de Jeová crescem num clima de insegurança emocional, com a ideia de que o afecto dedicado a elas é apenas um dever ligado à obediência e de acordo com as conformidades do modelo Jeovista. Mais perverso ainda: as crianças são ensinadas que toda a autoridade está subordinada à Jeová. Seus próprios pais não têm plena autonomia e liberdade de escolha na sua educação. O amor dos pais está condicionado a obediência dos filhos. É uma chantagem emocional real. O amor não é uma recompensa que a criança tem que se esforçar por conquistar permanentemente. Fora das Testemunhas Jeová, não existe bons pais. Para a organização pessoas que não sejam crentes em Jeová, simplesmente não podem ser bons pais. Toda a criança tem direitos. Nas Testemunhas de Jeová a criança, só tem deveres: dever de obedecer aos seus pais, mas principalmente a Jeová, a quem ela deve obediência absoluta. Esta lógica, quando levada a cabo, pode ter consequências graves.

 

Para agradar a Jeová, a criança deve estar pronta a sacrificar a sua vida. Essa atitude pode levar a um verdadeiro culto do martírio. As Testemunhas de Jeová desenvolvem uma cultura baseada essencialmente na expectativa mórbida do Apocalipse. O propósito da vida é, paradoxalmente, a expectativa da morte. A religião é apenas uma componente da vida e da personalidade da criança, a religião torna-se a sua vida, sua personalidade, o único objectivo para o qual todos devem aspirar. Desde a infância, a criança tem que ser perfeita, livre de pecado, para assim fazer parte dos poucos escolhidos que terão acesso à vida eterna.

 

Em nome de uma chamada perfeição, as Testemunhas de Jeová permitem interferências de todo o género, na privacidade da criança. Cada momento deve ser dedicado a louvar a Jeová.  A criança não tem tempo livre para ela, para descansar ou para desenvolver sua imaginação, talento e qualidades.

 

As Testemunhas de Jeová possuem um sistema judicial interno. Comissões formadas por anciãos, fazendo "justiça” com as regras da organização. Essas comissões têm o poder sobre o destino dos seguidores, impondo penas que podem ir até a exclusão. Em muitos casos, estas comissões são para substituir o sistema judicial civil. Este facto pode ser seriamente prejudicial para as crianças, especialmente em casos de maus tratos ou abuso sexual. Muitos depoimentos atestam o facto de que as vítimas jovens que se atreveram a falar de seu calvário, sofreram pressões. A ameaça de exclusão é usada para silenciar a vítima. Além das vítimas sofrerem pressões, a sua palavra não vale nada. Sua condição de vítima é posta em causa. As instruções são para tratar dos problemas internamente. Quantos casos de agressões, actos de abuso e pedofilia foram encobertos pelos responsáveis das Testemunhas de Jeová?

 

Desde a mais tenra idade, as crianças são levadas para o salão do Reino (lugar de culto) à noite para acompanhar os estudos bíblicos. Toda a sua atenção deverá centrar-se no estudo. Por exemplo, uma vez que são demasiado novos para entender perfeitamente o que se diz do alto da tribuna, a criança deve apontar com um lápis, o número de vezes que foi proferido o nome Jeová. Várias vezes por semana, o regresso a casa é feito por volta das 22:30 (ou mais tarde), uma hora bem tardia para uma criança. Elas também devem participar na pregação (porta a porta). Sujeitos a todas estas obrigações, quanto tempo livre resta à criança para descansar, fazer os trabalhos de casa, ou até mesmo brincar? O tempo de sono é suficientemente reparador?

 

A maneira como as Testemunhas de Jeová consideram a educação, é bem ilustrativo de como o desenvolvimento intelectual da criança está longe de ser uma prioridade. As Testemunhas de Jeová parecem incentivar a instrução, mas este é um discurso de fachada. Os estudos superiores são muitas vezes desaconselhados por ocuparem demasiado tempo, tempo esse que serviria para adorar a Jeová (veja aqui). Os jovens são incentivados desde cedo a tornarem-se "pioneiros" (pregadores) e a dedicarem-se a tempo inteiro ao proselitismo.

 

Os ensinamentos dados nas salas de aula, são sistematicamente denegridos, por estes irem contra as doutrinas do Senhor Jeová. A seita tem receio que os seus adeptos desenvolvam um pensamento crítico, quando contactam com teorias contraditórias. As crianças não participam nas actividades cívicas, como a eleição do presidente de turma. Ao invés disso, são incentivados a fazer proselitismo na escola sob o disfarce de um debate intelectual. Sempre que possível, a criança deve defender as posições de Jeová.

 

 A criança está constantemente em conflito com a sociedade em que vive. Ela é construída pela oposição sistemática aos valores da sociedade, operando numa constante batalha contra a lógica do mundo "governado por Satanás." Quando se entra em contacto com o mundo, o seu objectivo deve ser só para divulgar as ideias de Jeová. As relações fora da seita são instrumentalizadas para trazer e converter novos seguidores. A criança não pode misturar-se com os outros, ou participar em actividades, eventos (aniversários, Natal, etc) ou frequentar outras pessoas fora da seita sem se culpabilizar. Essa culpa permanente impede o acesso à noção de prazer, essencial ao processo de aprendizagem. Estas limitações num único sistema de pensamento tem inevitavelmente implicações para o equilíbrio da criança. Em vez de se abrir para o mundo, ela pode desenvolver comportamentos como fobia mórbida, depressão, apatia, mentindo para o exterior, com medo de falar.

 

Este é o verdadeiro mundo escondido, das “inofensivas” Testemunhas de Jeová…

 

Par entender melhor este mundo (e as suas consequências) à parte das Testemunhas de Jeová, traduzi uma reportagem de investigação difundida pela RTBF. Não deixem de visualizar os vídeos, pois os mesmos demonstram na integra o que muito pouca gente sabe sobre estas pessoas... 


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publicado por Justiceiro, em 03.09.10 às 11:35link do post | | | favorito

Até onde vai a estupidez destes charlatães? Não consigo entender como ainda existe pessoas que se deixam enganar por palhaçadas destas.

 

 A religião sempre me proporcionará grandes momentos de diversão!

 

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publicado por Justiceiro, em 02.09.10 às 14:51link do post | | | favorito

Palavras para quê?

 

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publicado por Justiceiro, em 02.09.10 às 14:32link do post | | | favorito

Stephen Hawking diz que afinal não pode ter sido Deus a criar o Universo.

 

O cientista britânico Stephen Hawking anunciou hoje a publicação de um novo livro no qual exclui a possibilidade de Deus ser o criador do Universo, ao contrário daquilo que defendia numa teoria anterior

 

Da mesma forma que o darwinismo já tinha, no passado, rejeitado a necessidade de um criador no campo da biologia, também o conhecido astrofísico britânico argumenta agora - numa obra que em breve estará nas bancas - que as mais recentes teorias científicas rejeitam o papel de um criador do Universo.

Stephen Hawking afirma que o Big Bang - a grande explosão que originou o Universo - terá sido uma consequência inevitável das leis da física, o que contradiz a teoria que o cientista tinha defendido no passado, no livro "Uma Breve História do Tempo", publicado em 1998 e rapidamente transformado num êxito de vendas.


Nessa obra, Hawking sugeria que não existia qualquer incompatibilidade entre a existência de um Deus criador e a compreensão científica do Universo, chegando mesmo a afirmar que se a comunidade científica chegasse a descobrir a teoria completa, tal "seria o triunfo definitivo da razão humana" já que, nessa altura, "seria possível conhecer a mente de Deus".


No novo livro, intitulado "O Grande Desígnio" e que estará à venda a partir de 9 de Setembro, precisamente uma semana antes da visita do papa Bento XVI à Grã-Bretanha, o astrofísico sustenta que a ciência moderna não deixa lugar à existência de um Deus criador do Universo.


O cientista considera que a prova que sustenta o seu argumento é o facto de ter sido observado, em 1992, um planeta que girava em torno de uma estrela distinta do sol.


Hawking alega que essa observação comprova a possibilidade de existirem outros planetas e universos o que significa, em seu entender, que se a intenção de Deus seria criar o Homem, estão os restantes universos seriam redundantes.


O conhecido biólogo ateu Richard Dawkins felicitou já o astrofísico britânico pelas conclusões, dizendo que a opinião de Hawking é partilhada por uma grande parte da comunidade científica.

 

Fonte Sic online

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