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publicado por Justiceiro, em 12.12.10 às 19:47link do post | | | favorito

Sempre fui ensinado a acreditar em algo superior a nós, numa divindade suprema que zela pelo bem de toda a humanidade.

Todo e qualquer Ser humano deveria ter algum tipo de crença, no mínimo admitir a existência de um qualquer deus, fosse ele de que confissão fosse... Depois (infelizmente muito depois), verifiquei que acreditar num Ser Todo-poderoso, além de não fazer sentido, não fazia de mim melhor pessoa...

 

sinto-me:

Pedro a 13 de Dezembro de 2010 às 11:16
Bom dia,

O Talho e a Cidade está em destaque nos Blogs do SAPO, em http://blogs.sapo.pt

Parabéns e boa continuação!

Pedro

Justiceiro a 13 de Dezembro de 2010 às 12:52
Boa tarde.
Obrigado pela informação.

css a 13 de Dezembro de 2010 às 11:57
Recordo-me perfeitamente do choque de uma pessoa quando lhe disse que era ateia. Ela não percebia como é que alguém que é ateu, poderia ser alguém que faz voluntariado.

Justiceiro a 13 de Dezembro de 2010 às 13:00
Ser Ateu não é ser um monstro, mas sim uma pessoa como todas as outras. Temos os nossos defeitos e virtudes, mas não precisamos de nos agarrar a uma qualquer crença (com medo de ir para um qualquer inferno!) para fazermos o bem. Ateu também tem moral, e esta não é exclusiva dos crentes...

ricardo.r a 13 de Dezembro de 2010 às 12:56
Embora não seja religioso, tenho respeito por quem o é, exagerados à parte obviamente.

No fundo todos procuramos uma razão de existir, e muita gente só a consegue encontrar na religião, outros encontram-na na ciência(como eu), na escrita ou até na música.

Embora eu saiba que historicamente, a religião foi um meio de controlar as populações por medo... e ainda o é em algumas culturas.

Justiceiro a 13 de Dezembro de 2010 às 13:06
Como costumo dizer, não sou contra quem acredita, sou contra o fanatismo religioso. Abomino quem tenta impor as suas crenças a outros, achando-se donos e senhores da verdade suprema (se é que esta mesma existe).


Anselmo Damásio a 13 de Dezembro de 2010 às 14:13
Existem pessoas que se servem de Deus, para enganar os outros. Isso não quer dizer que Deus não exista, ok.
Porque também existem pessoas que se servem da música, da escrita e de outros meios para controlar os outros.
Eu creio em Deus, em Deus não confundir com os homens que dizem para ai que são santos, etc, sou adventista do 7º dia. Acho que compararem os crentes em Deus (sejam eles cristãos, judeus ou muçulmanos) com o Hitler é de uma falta de respeito sem precedentes. O Hitler foi um ditador sanguinario, que era louco e que mandou matar milhões de judeus que como todos nós sabemos creem em Deus.

Justiceiro a 13 de Dezembro de 2010 às 14:38
É claro que todas a religião (a sua inclusive) servem-se de deus para impor as suas crenças, usando o medo como arma, amaldiçoando quem mesmo não conhecem... Religião é isto!
Tenha um resto de bom dia.

Anselmo Damásio a 13 de Dezembro de 2010 às 14:07
Se ser ateu não é ser um monstro (aliás eu concordo). Também acreditar em Deus, não quer dizer que sejamos ditadores sanguinários. A comparação feita com o Hitler é de uma falta de respeito sem precedentes.
TENHAM VERGONHA NA CARA. Hitler não acreditava em Deus, era um doente mental, que por sinal mandou matar milhões de Judeus que são crentes em Deus.

Justiceiro a 13 de Dezembro de 2010 às 14:31
Fico lisonjeado com todo o seu amor Cristão! O senhor é a prova de como um crente reage a factos. Atacou a minha pessoa (sem sequer me conhecer) ao invés de tentar refutar (neste caso) a imagem (ataque ad hominem).

Já agora, tenho o prazer de lhe informar que o senhor está totalmente enganado:

“Como um Cristão amoroso e como um homem, leio a passagem que nos conta como o Senhor finalmente se ergueu em Sua força e apanhou o azorrague para expulsar do Templo a raça de víboras. Como foi esplendida a sua luta em defesa do mundo e contra o veneno judeu. Hoje, depois de 2 mil anos, é com muita emoção que reconheço, mais profundamente do que nunca, o fato de que foi em nome disso que Ele teve que derramar Seu sangue na cruz. Como cristão tenho o dever de não me deixar enganar, tenho o dever de lutar pela verdade e pela justiça. E como homem, tenho o dever de zelar para que a sociedade humana não sofra o mesmo colapso catastrófico que sofreu a civilização do mundo antigo 2 mil anos atrás - uma civilização que foi levada a ruína por esse mesmo povo judeu.”
– Discurso do Adolf em 12 de abril de 1942, em Munique

Não diga nada…. Volte sempre.


Anselmo Damásio a 13 de Dezembro de 2010 às 14:50
Como eu disse, nesse discurso Hitler serviu-se de Deus para enganar os homens, isso não quer dizer que ele fosse crente. O problema de Hitler não tinha a ver com a religião mas sim com o poder economico e politico que els tinham na alemanha, para Hitler os judeus eram adversarios politicos nao religiosos. Isto daria uma discussão interessante.
Quanto ao que se passou à 2 mil anos atrás era outro assunto interessante para se discutir mas com tempo.
Eu respeito os ateus, os agnósticos, os cristãos, os judeus, os muçulmanos, etc. Sou contra qualquer acto de xenofobia e quanto a mim este cartaz é um acto de xenofobia.

Justiceiro a 13 de Dezembro de 2010 às 15:14
Qual foi a parte do discurso que não entendeu?

Fica aqui mais um discurso daquele que o senhor diz "não acreditar em deus":

"O meu sentimento COMO CRISTÃO pôs-me diante do meu Senhor e Salvador como um lutador. Recordo-os de que este homem uma vez na solidão, cercado apenas por alguns seguidores, reconheceu estes judeus por aquilo que eram e dos homens convocados para lutar contra ele, e que era um Deus de verdade! E foi maior, não como um doente, mas como um lutador. No seu amor sem limites, eu como um cristão e como um homem, onde eu leio a passagem através do qual o Senhor nos diz como subiu em Suas apreensões e uso do flagelo para fazer sair do Templo aquele bando de víboras. Como foi terrível a sua luta contra o veneno judeu. Hoje, após dois mil anos, com profunda emoção que reconhecemos mais profundamente do que nunca o fato de aquele homem que teve o seu sangue derramado sobre a Cruz. Como um cristão não tenho o direito de permitir-me a ser enganado, mas eu tenho o dever de ser um lutador da verdade e da justiça. E se há algo que poderia demonstrar que estamos a agir correctamente, é que o sofrimento cresce diariamente. Como um cristão, eu tenho também um dever para com o meu próprio povo. E quando eu olho o meu povo e vê-los trabalhar e trabalhar, e no final da semana eles têm apenas para si mesmos um salário miserável e a miséria como companhia. Quando eu saio de manhã e ver estes homens de pé em suas filas e olhar em seus rostos amargurados, então creio que seria eu não cristão, mas um grande demónio se eu não sentir pena deles, como fez o nosso Senhor dois mil anos atrás, por sua vez contra aqueles por quem hoje estas pessoas pobres são pilhadas e exploradas”



eu acredito em ti e estarei sempre contigo a 13 de Dezembro de 2010 às 22:19
Embora me considere discípulo de Jesus o Cristo. Embora me considere Católico Apostólico Romano, tenho de aceitar as criticas ao que a igreja que se diz de Cristo tem feito ao longo dos séculos e ainda hoje continua a fazer. Também eu me envergonho, como muitos outros, de todos os crimes cometidos ao abrigo do nome DEUS. Respeito-te, permite-me que te trate assim, e compreendo-te. Aceito-te tal como és, com as tuas virtudes e os teus defeitos, até porque eu só tenho defeitos. Na verdade DEUS não se quer impor a ninguém e muito menos impor a Sua vontade. A mim e a DEUS, a tua comparação não ofende porque tens o direito de te manifestares e de acreditares ou não. Mas quero dizer-te que o facto de existirem ateus se deve exactamente aos desmandos que o homem fez e faz em nome de DEUS . Verdadeiramente tu não és ateu mas sim alguém revoltado contra tanta maldade, tragédias, guerras, perseguições, miséria, sofrimento, injustiça, e muito mais.
E sabes porque és um revoltado? Porque sempre ouviste dizer que DEUS era bom . É verdade, o mal reside aí. No desconhecimento de quem é verdadeiramente DEUS. Fala-se demais mas faz-se pouco. Talvez te choque mas DEUS não é bom. Bom até tu e eu somos. Por muito que custe, DEUS não é bom; DEUS é JUSTO, e justiça implica não se impor nem impor a sua vontade , implica amar a toda a humanidade da mesma forma, sem diferenças, sem eleitos ou preferidos.
S.João no seu evangelho diz: DEUS É AMOR.
Dentro de cada um de nós está DEUS e está o demónio. Quando fazes algo de mal, não és tu quem o faz, mas o demó nio que está em ti.Do mesmo modo, quando amas , não és tu mas sim DEUS que está em ti. Assim sendo, ainda que te digas ateu, ELE continua a viver dentro de ti e como tal a amar-te como seu filho, como meu irmão. Não te preocupes porque alguém não te aceita nem aceita as tuas opiniões porque ELE e eu aceitamos-te. Obrigado por LHE teres dedicado o teu blog. Um abraço verdadeiramente fraterno deste teu irmão nesse DEUS

Desbrida a 13 de Dezembro de 2010 às 21:09
Bem discussão à parte....PARABÉNS pelo destaque carago!! Este blog merece boa semana ohhhh babado beijinhos

p.s.- voltando à discussão como em tudo há bons e maus, há bons cristãos e maus cristãos, há bons ateus e maus ateus...etc apenas nunca se pode generalizar, o mesmo acontece com os casos de pedófilia não se pode generalizar que todos os padres são em função de alguns casos... o importante é saber gerir a nossa própria consciência e crenças, eu sou católica e respeito a opinião, bem como compreendo até porque sou contra fanatismos, extremismos e até contra alguns aspectos da minha própria religião.

O mais importante é saber gerir o que nós acreditamos e lidar com o oposto...e nisso sou sincera há certas religiões que fazem-me confusão e que não sei lidar, principalmente quando colocam em risco as suas próprias vidas...mas somos livres e só acredita e faz isso quem quer...

allungare il pene a 14 de Dezembro de 2010 às 14:39
Parabéns pelo seu blog, muito interessante. Estou estudando Português, eu não consigo entender tudo, mas quase! ;)

PEQUENININHA a 21 de Outubro de 2011 às 12:21
De facto a religião não forma o carácter de ninguém nem ensina ninguém a ser justo e bom... apenas provoca medo suficiente para que as pessoas tentem ser melhores. Os ateus fazem-no de forma natural e de acordo com o pensamento humanista de que temos de fazer o bem e o melhor para o próximo para que o mundo dos nossos filhos e netos seja um lugar melhor, mas sem medo de sermos condenados à destruição de um Armagedão ou ao fogo de um qualquer Inferno...

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